Cedo ou tarde, um morador vai pedir para instalar um carregador de veículo elétrico na vaga da garagem — e, desde a sanção da Lei 18.403/2026, o condomínio não pode simplesmente recusar sem uma justificativa técnica sólida. O problema é que a maioria dos síndicos nunca precisou avaliar um pedido assim. Este checklist organiza o que checar, na ordem certa, antes de levar o assunto à assembleia.
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01Qual é a capacidade elétrica disponível do prédio? Antes de aprovar qualquer instalação, é preciso saber quanta carga elétrica adicional o sistema do condomínio suporta sem risco de sobrecarga — isso vale tanto para um pedido isolado quanto para vários pedidos futuros.
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02O condomínio tem um processo formal de comunicação prévia? A lei exige que o condômino comunique formalmente a administração antes de instalar. Ter um formulário e um fluxo padrão evita que cada pedido vire uma negociação informal e sem registro.
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03O instalador vai emitir ART ou RRT? Instalação sem Anotação ou Registro de Responsabilidade Técnica não atende à lei e deixa o síndico exposto caso algo dê errado depois.
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04O projeto segue a NBR 17019 e a NBR 5410? São as normas técnicas da ABNT que tratam, respectivamente, da infraestrutura de recarga para veículos elétricos e das instalações elétricas de baixa tensão em edificações.
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05A convenção condominial já prevê regras para recarga elétrica? A lei permite que a convenção estabeleça padrões técnicos e formas de comunicação — mas não pode proibir a instalação sem justificativa. Vale atualizar a convenção antes que o primeiro pedido chegue.
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06Como fica a segurança contra incêndio? A regulamentação específica do Corpo de Bombeiros para instalações de recarga (SAVE) ainda está em revisão em SP. Até lá, o mais seguro é adotar as práticas mais conservadoras de proteção já existentes, em vez de esperar a norma final.
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07Faz mais sentido aprovar caso a caso ou padronizar para o prédio todo? Aprovar instalações isoladas, uma a uma, tende a gerar inconsistência técnica e mais trabalho para o síndico. Uma infraestrutura padronizada, com medição individualizada por unidade, resolve o problema uma única vez.
A lei diz que o custo da instalação individual é do condômino — mas a segurança de tudo o que está ligado à rede elétrica do prédio continua sendo uma questão coletiva. Um projeto mal avaliado pode comprometer a instalação elétrica de todo o edifício, não só da vaga em questão.
O caminho mais simples: parar de decidir pedido por pedido
Boa parte dos síndicos que passam por esse checklist chega à mesma conclusão: analisar cada pedido individualmente, sem apoio técnico, é arriscado e consome tempo demais. A alternativa é estruturar, de uma vez, uma infraestrutura de recarga para o condomínio inteiro — com projeto elétrico dimensionado corretamente, instalação por profissionais habilitados, gestão inteligente com medição individual por apartamento (via SaaS, com protocolo OCPP) e manutenção contínua.
É exatamente esse o papel da Condocharger: cuidamos de todo o processo para que o síndico não precise entender de elétrica, nem assumir sozinho a responsabilidade técnica de cada instalação.
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